O processo de planejamento
Onde aplicar o dinheiro da reserva de emergência?
Imprevistos acontecem. Não há como negar que essa máxima seja verdadeira. Portanto, para evitar que algum acontecimento inesperado acabe com o seu planejamento financeiro, uma das premissas de sucesso das finanças pessoais é a criação de uma reserva de emergência: um dinheiro que esteja disponível – e de fácil acesso – na hora que precisar. Mas como guardar esse dinheiro?
Liquidez e segurança
Pela facilidade do resgate e a ausência de imposto de renda, a caderneta de poupança ainda é a modalidade mais indicada para esse tipo de “investimento”. Isso porque imprevistos não têm hora ou lugar para acontecer e você não pode correr o risco de ter de esperar uns dias para resgatar o dinheiro ou de ser tributado por resgatar antes de um determinado período.
Um fundo de renda fixa ou DI, além do Tesouro Direto, também são opções, pois oferecem segurança e certa liquidez. O cuidado, neste caso, é com a questão tributária, já que essas modalidades têm a incidência de imposto de renda e, um resgata antecipado, pode significar um custo maior ao investidor.
Fuja da renda variável
Se o objetivo do investimento é a formação de uma reserva de emergência, é importante ficar longe da renda variável, que oferece mais risco e oscilam muito.
Isso porque você pode precisar do dinheiro na baixa do mercado e, assim, vai perder dinheiro no resgate.
Quanto guardar
O ideal é que se guarde quantia suficiente para cobrir em torno de seis meses de despesas. Por exemplo: se seus gastos mensais somam R$ 1 mil, por exemplo, a reserva deve girar em torno de R$ 6 mil.
Para chegar a esse montante, a dica é destinar, mês a mês, uma quantia para esse objetivo e incluí-la na planilha de orçamento, como uma obrigação mensal. Deixar para guardar o que “sobra” pode não ser uma boa estratégia, pois dificilmente sobra alguma coisa quando não há planejamento.
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