Fundos de investimentos: evite erros que podem comprometer ganhos

Com a estabilidade da economia e o crescimento da renda da população, muitos brasileiros passaram a ter dinheiro para investir.

Uma das formas mais tradicionais de se ingressar no mundo dos investimentos, principalmente quando falta tempo e um pouco de conhecimento por parte do investidor, é por meio dos fundos, que ficam sob a gestão de um conhecedor do assunto.

O problema é que, na hora de aplicar na modalidade, muitos brasileiros ainda cometem erros, principalmente os investidores de varejo, por falta de informação ou por comportamentos que podem comprometer os ganhos ao investir em fundos.

Os principais erros 
 

Confira, abaixo, quais são os principais erros dos investidores de fundos, para que possa evitá-los:

- Não ter meta: sem um objetivo claro, quando vão optar pelo fundo, as pessoas simplesmente escolhem o que rendeu mais. No final, não sabem se deu certo ou errado o plano de investimento, porque não têm objetivo.

- Tomar decisões pautadas no desempenho passado no fundo: rentabilidade passada não é sinônimo de ganho no futuro. Antes de aplicar é importante estudar, ver os fundamentos e entender a relação de performance e o risco ao qual está submetido.

- Comparar fundos com características diferentes: muitos dizem 'O meu fundo rendeu 10% e o do meu amigo rendeu 40%', mas não entendem que se tratam de modalidades diferentes.

- Não checar taxa de administração e também de performance: todo mundo quer pagar mais barato pelo melhor. No fundo, é a mesma coisa, mas às vezes o que tem qualidade de gestão excepcional vale mais a pena, mesmo com taxa maior.

- Não prestar atenção às regras de resgate: muitos investem e só depois se dão conta que o prazo para o resgate é superior ao imaginado e acabam perdendo dinheiro.

- Desconsiderar a tributação: como a tributação é regressiva (diminui quanto maior o prazo da aplicação), é importante evitar ficar de olho para pagar menos impostos. Muitos investidores esquecem deste importante detalhe e ficam trocando de fundo para fundo, pagando a alíquota mais alta de IR.